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Funcionários da Cohab-Campinas vestem rosa para alertar sobre o câncer de mama

 

20/10/2014

 Boa parte dos funcionários e colaboradores da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab-Campinas), aceitou o desafio e vestiu rosa nesta segunda-feira, 20 de outubro, como forma de motivar e até mesmo alertar sobre os riscos do câncer de mama, que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) é o tipo responsável por 22% dos novos casos que surgem a cada ano em todo o mundo.

A “convocação para usar ao menos uma peça de cor rosa” foi uma atividade programada pela Coordenadoria de Recursos Humanos da empresa para celebrar o Dia Internacional de Luta contra o Câncer de Mama, comemorado todo dia 19 de outubro.

A técnica imobiliária plena da Coordenadoria de Liquidações e Fundos, Ana Cristina Silva Hambruck, por exemplo, aderiu à campanha porque tem na família um caso real da doença. “Meu pai, João Hambruck Filho, descobriu há 13 anos que tinha um caroço na mama esquerda durante o banho. Era um tumor benigno que foi retirado. Dois anos depois descobriu na direita só que este era maior então teve que tirar toda a mama, mas também era benigno. Ma família do meu pai uma das irmãs também teve a doença e tirou uma parte da mama. Minha avó antes de falecer descobriu que também estava doente. Atualmente meu pai faz acompanhamento a cada seis meses. Somos quatro filhas e tivemos muita preocupação que nós também poderíamos ter o câncer. Sempre fazemos os  exames de mamografia para controle”, declarou.

 

Quem também compartilhou parte de sua história foi a assistente social Sonia Aparecida Domingues Oliveira. Ela conta que em 2005 percebeu um nódulo na mama direita durante um autoexame, fez uma mamografia e recebeu a falsa notícia de que não era câncer. Mas, decorridos seis meses notou que o nódulo havia se desenvolvido e, depois de uma ultrassonografia veio a triste notícia da doença com indicação para uma mastectomia radical. “Inicialmente não tive nenhuma reação. Depois, sozinha tive meu momento para tentar compreender e assimilar a notícia. Chorei, refleti sobre e só após comuniquei algumas pessoas próximas e queridas, dentre eles meu companheiro das horas mais tristes, cuja colaboração foi determinante para o meu tratamento e recuperação. Sofri muito com os efeitos da química até que veio a radioterapia. Decorridos dois anos, me preocupei com a camuflada vaidade, quando fiz a cirurgia reparadora para reconstrução da mama. Sinto-me, graças a Deus, curada! Mas alerto:Em caso de qualquer dúvida, faça os exames complementares”, concluiu.

Segundo a coordenadora de recursos humanos da Cohab-Campinas, Lairce Cardoso Aniceto da Silva o momento é de conscientização. “Estamos fazendo a nossa parte. Logo no início do mês distribuímos um laço rosa, símbolo  da campanha, para ser usado durante todo o mês e, agora tivemos a idéia de promover um evento mais assertivo que foi motivar as pessoas a usarem alguma peça rosa neste dia. Deu certo e foi muito bom ver as pessoas participando”, afirmou.
 O movimento Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos na década de 90 e é celebrado no Brasil há cinco anos. Trata-se de uma campanha de conscientização dirigida à sociedade, realizada por diversas entidades no mês de outubro. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, poder público, empresas e outros organismos.
Sinais e sintomas
O aparecimento de nódulos, acompanhados ou não de dor, alterações na pele da mama (vermelhidão ou pele parecida com uma casca de laranja), alterações no mamilo e secreções que não são leite são indicativos de que a doença pode estar já estabelecida. Também podem aparecer pequenos caroços na axila, mas é importante lembrar que alterações como essas nem sempre são câncer.
É recomendável para as mulheres com idade entre 50 e 70 anos a realização da mamografia a cada dois anos e o exame clínico uma vez por ano. Para as mulheres de 40 a 50, é recomendado o exame clínico anual e a mamografia em caso de resultado alterado do exame.
Além desses grupos, há a recomendação para o acompanhamento de mulheres com risco elevado, cuja rotina deve começar aos 35 anos. O risco elevado inclui história familiar de câncer de mama em parente de primeiro grau antes dos 50 anos, de câncer bilateral ou de ovário em qualquer idade,  entre outros sinais.
Homens também são vítimas
Conhecido como o câncer que mais mata mulheres, o tumor de mama pode também acometer homens. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que a proporção é de um caso masculino para cada 100 femininos.
No universo masculino a enfermidade se manifesta especialmente entre os 50 e os 60 anos de idade. O número de registros entre os homens ainda é pequeno se comparado à incidência entre as mulheres, entretanto não deve ser ignorado. Em 2011, de acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), 120 pacientes morreram em decorrência da doença.
Autoexame
Assim como as mulheres, os homens também podem fazer o autoexame como forma de rastrear alguma irregularidade. A dica dos oncologistas é  apalpar a região, sem se esquecer de investigar a axila. O homem conseguirá observar se existe algum nódulo para, com isso, procurar um médico que possa solicitar os exames necessários para a conclusão do diagnóstico.

Uma alimentação equilibrada, com pouca gordura, redução do consumo de bebida alcoólica, evitar o fumo e praticar atividades físicas regulares, além de manter distância do cigarro, certamente são fatores que inibem o possível aparecimento da doença.

 

 

 

 

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